segunda-feira, 30 de maio de 2011

Promoção #NarniacomAcai – RESULTADO

Agradeço a todos que participaram. Valeu mesmo de coração a todos (as).

Se você não ganhou nesta promoção, não fique chateado (a), teremos mais promoções em breve... Muito em breve.

Sem muita embromação. O sortudo, ou melhor, a sortuda que ganhou As Crônicas de Narnia – Volume Único é: Simone A. Mosquem.

Entrei em contato com a ganhadora, e ela tem até essa semana pra nos informar o endereço de entrega. Caso contrário, iremos fazer um novo sorteio nesta próxima segunda-feira, dia 06/06/2011.

Próxima promoção: iremos sortear o último livro de C.S.Lewis – Oração: Cartas a Malcolm


Este livro não pode faltar em sua coleção =]

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sábado, 28 de maio de 2011

Sen. Magno Malta sobre o "Kit Homossexual"

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terça-feira, 24 de maio de 2011

Felicidade

Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

[FERNANDO PESSOA]

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domingo, 22 de maio de 2011

Domingo com o coração na mão

Aproveitei hoje, dia 22 de maio, pois o mundo não acabou ontem como alguns ‘profetizaram’, para assistir o ultimo episodio da quarta temporada de Chuck. A NBC está de parabéns por este seriado INCRIVEL, como diria “It’s a awesome sitcom!”

Assistindo Chuck S04E24, fiquei com o coração na mão. Varias vezes, eu dizia pra mim mesmo: “Não pode acabar assim!”... “Chuck e Sarah precisam se casar... Sarah não pode morrer no final” [É muito trite um Nerd perder a mulher de sua vida no final].

Simplesmente adorei. Adorei no final quando Mogan Grimes diz: “Guys, I know Kung-fu!”. [Quem assistiu o episodio, quando Chuck diz a mesma frase, sabe qual é a graça]

Torcendo que venha a 5ª temporada de Chuck. Desejando uma versão para o cinema também, em 3D de prefêrencia =] .

Ótimo Domingão a todos
E uma semana muito abençoada a todos os amigos (as) do Açaí na Panela.



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terça-feira, 17 de maio de 2011

A Verdade e Sua Voz

“Há muitas verdades, mas há também a Verdade Verdadeira.”
[@terraceumar]


As ondas tiram a maior onda* da minha cara
Elas dizem repentinamente: “Menino, você nunca conseguirá”
Mas não são apenas as vozes das ondas que ouço
Consigo ouvir a voz da Verdade.
E ela me diz algo novo

A Verdade e Sua Voz me encorajam
Ela me diz: “Vai menino! Você consegue”
Ela me diz para tentar

Que tipo de fé é necessário pra sair deste barco furado?
A fé do primeiro passo ou a fé da primeira braçada, só basta tentar.
Que tipo de força é necessário pra derrubar este gigante furioso?
A simplicidade do estilingue basta se você souber ouvir a voz da Verdade.

Quando ouço a voz da Verdade
As ondas e as tempestades não tão assustadoras
E o gigante não é tão grande assim... E os leões são como gatinhos.




*zombam, sarro, etc.
** Texto feito a partir da canção “Voice Of Truth” [Casting Crowns]

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domingo, 15 de maio de 2011

Indagações de um Menino #03

- Papai, o Senhor acha a mamãe horrorivel*?

- Da onde você tirou tal idéia? Sua mãe é a mulher mais linda que existe!

- É que ouvi o Senhor cantando pra ela: “♫♫Tudo que Deus criou... Pensando em você, Fez a via - láctea... Fez os Dinossauros... **♫♫

- Por isso que canto para ela, pois a amo e ela é linda.

- Mas o Senhor não sabe que os dinossauros são horroriveis? Ou Senhor nunca assistiu ao filme jurassic park?

- Você não tem jeito, hein menino!

*seria uma junção da palavra 'horroroso(a)' com a palavra 'horrível'.

** trecho da canção “Eu Te Devoro” – Djavan.

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sábado, 14 de maio de 2011

Promoção Narnia com Açaí.

"Nada acontece duas vezes da mesma maneira..." #Narnia

Gostaria de ganhar o livro “As Crônicas de Narnia” [volume único]?
Iremos sortear um exemplar. Não perca tempo. O Sorteio será dia 30/05/2011.
Saiba mais clicando aqui.




Curiosidade sobre As Crônicas de Narnia:

É uma série de sete livros de romance para o público infantil, escrita pelo autor irlandês Clive Staples Lewis (conhecido simplesmente como C.S.Lewis).

O nome NARNIA provavelmente signifique PRIMAVERA NO INVERNO.

As Crônicas de Nárnia foram escritas durante o ano de 1949 até o ano 1954; porém foram publicadas durante 1950 à 1956.



Irei ler As Crônicas de Narnia para meu filho [a] e para meus sobrinhos [as].
O que você faria se fosse rei ou rainha em Narnia?

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

O que Aprendo com Chuck #08

Não tem botão de PAUSE na vida.
É muito bom ter pessoas próximas que nos inspiram confiança.
A decisão certa nem sempre é fácil.
Há momentos que quanto menos detalhes é melhor para todos.
Na vida e na espionagem é necessário que se esconda os sentimentos, mas essa não é a atitude de um BARTOWSKI

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domingo, 8 de maio de 2011

Eu sei, mas não devia*

Quanto mais o tempo corre, menos eu quero correr.” [banda Resgate]**

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

[Marina Colasanti]

*Texto da Marina Colasanti. Ela nasceu em Asmara, Etiópia, morou 11 anos na Itália e desde então vive no Brasil. Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Recebeu o Prêmio Jabuti com Eu sei mas não devia.

** Trecho da canção "Tudo Certo", da banda Resgate.

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sábado, 7 de maio de 2011

Redenção


Se céu significa vida em outro mundo, então o nome da coisa não é redenção, é substituição!
[@edrenekivitz]

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Passeio no Shopping

Onde nasce o habito da leitura? Em que fase da vida surge o interesse pelo gosto de ler?

Semana passada eu assisti ao filme “Escritores da Liberdade”. Conhece esse filme? Vale apena assistir! É sobre educação... Leitura e a transformação que a leitura provoca nas pessoas e na sociedade de uma forma geral. O Filme aborda a historia da professora Erin Gruwell, ou Srª G (como seus alunos a chamam no filme), recém graduada e bem disposta em fazer diferença na educação, mas se depara com o caos. Ela tem em sua frente uma sala muito problemática e alem disto um sistema educacional bastante burocrático e monstruoso.

Percebemos claramente que para Srª G, a linguagem é uma forma de interação. Pelo filme somos despertados para a importância da leitura e para a questão da utilização da linguagem na contextualização do ensino no cotidiano dos alunos. Como disse anteriormente, vale muito à pena assistir este filme.

Umas pessoas aprendem gostar da leitura já na infância, e outras aprendem na fase adulta e há também as que ainda estão “mortas para leitura”. Recentemente, terminei a leitura do livro “Para ser escritor” e retirei o trecho abaixo quem tem muito a ver com o que estamos falando.

“[...] Sei que a maior parte de meus poucos alunos não leu a obra de Giordano Bruno. Não os inculpo. Culpa tem o sistema educacional brasileiro, culpa tem as novas pedagogias, que são aplicadas em nosso em nosso país com a eficiência dos chás para emagrecer, culpa tem os pais que preferem o passeio no shopping com os filhos em vez de biblioteca pública, dos museus e das galerias de arte. [...]” (KIEFER, Charles. Para Ser Escritor. São Paulo: editora Leya. Pag.140)

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