quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Os bem aventurados

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sábado, 24 de novembro de 2012

Os Nada-Contentes

São aqueles que não suportam que os outros vivam livremente. Não tolera a felicidade na face e na simplicidade da vida alheia.

 
São aqueles que consideram que um adulto não pode desejar tomar banho na chuva. Acreditam que quando crescemos, as coisas de crianças ficam para trás. Pensam eles que quando crescemos não podemos mais apreciar uma limonada e usam a Bíblia para fazerem a afirmação que quando nos tornamos adultos, as coisas simples não podem fazer parte de nossa vida. Quando eles vêem outro adulto apreciando a chuva, se sentem afrontados, como pode um adulto sair na chuva com o propósito de se molhar? Eles se perguntam! Coisa de adulto é correr da chuva e não banhar na chuva.

Os infelizes são aqueles que se escandalizam quando alguém que não é criança diz que aprecia um delicioso leite com café ou com chocolate.

Infelizes são os que não vivem intensamente a simplicidade da vida. Os que não sabem ou não podem (por causa das coisas de adultos) apreciar o sol, o vento, o canto dos pássaros ou a chuva no rosto.

Infelizes são os que não consegue enxergar Vida fora da religiosidade em que estão presos. Não conseguem ver a Glória de Deus em todas as coisas, acham que Deus está apenas no templo nos dias de culto e se esquecem que Deus é Tudo em Todos (1 Co 15:28).

Como são infelizes os que se consideram santos mediante a religiosidade. Quanta arrogância! Não aprenderam nada com o Homem de Nazaré? São muito infelizes os que consideram que quando crescemos não podemos apreciar um conto de fada. Consideram-se tão adultos, mas são tão infantis esses seres Nada-Contentes.


Parafraseando Chesterton, digo: As pessoas não morreram por falta de maravilhas, mas por não saber se maravilhar.  E encerro o post com o que Lewis escreveu: Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino, inclusive o medo de ser infantil e o desejo de ser adulto.

Ótima semana a todos (as) leitores (as) do Blog

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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Futebol americano em Cuiabá


Devido o desempenho do Cuiabá Arsenal, os cuiabanos estão se interessando pelo futebol americano. E o João Geléia ensina tudinho para a galera ficar por dentro deste esporte que tem ganhado o coração dos cuiabanos. 

1) COMEÇANDO A PARTIDA 


2) FALTAS (O que pode e o que não pode) 


3) TOUCHDOWN!

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A oração de Jabez

2012.11.18 vimeo from IBAB on Vimeo.

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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Profundo Significado



Talvez isso já tenha acontecido a você em sonho, quando alguém lhe diz qualquer coisa que você não entende, mas que, o sonho, parece ter um profundo significado – o qual pode transformar o sonho em pesadelo ou em algo maravilhoso, tão maravilhoso que você gostaria de sonhar sempre o mesmo sonho.

[O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa]

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domingo, 18 de novembro de 2012

Wonders

O mundo nunca morrerá de fome por falta de maravilhas, 
mas morrerá apenas por não saber se maravilhar.
[G.K.Chesterton]



"The world will never starve for want of wonders; but only for want of wonder." 
[GKChesterton: Tremendous Trifles]

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O Que Não Precisa

 
 
Você desprezou o amor e tudo o que ele já te deu
E deu muito mais valor
A todas as outras coisas
Você correu como um tolo atrás do que os olhos veem
E procurou o mundo afora
Coisas que você já tem
E ele te deu as mais loucas pra confundir as mais sábias
E te deixou as mais fracas pra te livrar da tua força
E ele escolheu bem as que não são pra te lembrar que você não é
E que não precisa ser
O que não precisa

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Jesus realmente existiu?

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Outro Deus



Por: Ed René Kivitz

Por que “outro Deus”? Para responder, preciso fazer uma confissão: gosto de Marx (1818 – 1883), Nietzsche (1844-1900), Freud (1856-1939), Sartre (1905 – 1980), e outros caras do tipo.

Gosto porque são passionais, ou melhor, prefiro dizer viscerais, e honestos, pelo menos no que escreveram. Gosto porque suas perguntas deixam os religiosos, como eu, por exemplo, no canto da parede.

Gosto porque suas perguntas não têm nada a ver com Deus. Têm tudo a ver com os religiosos, ou se você preferir, com a idéia religiosa de Deus, o que Saramago chamou de “fator Deus” – a maneira como Deus é percebido, crido, tratado pelos que nele crêem.

A religião, no sentido de “fator Deus”, de fato, é um esconderijo para gente alienada, covarde e infantil. Não são poucos os que se apegam ao “fator Deus” em busca de consolo para sua infelicidade na existência e sobrevivem do sonho do paraíso pós morte, deixando a história entregue aos oportunistas.

Muita gente procura em Deus o pai que nunca teve e ou gostaria de ter tido, isto é, aquele protetor e provedor incondicional, para quem se corre quando a vida faz careta. Outros há que se recolhem em Deus fugindo exatamente da possibilidade de encarar as caretas da vida, numa recusa em assumir a responsabilidade de escrever uma biografia digna, entregando tudo aos desígnios determinados pelo céu, a famosa vontade de Deus.

Por que “outro Deus”? Porque um Deus que gera alienados, infantis e covardes não é Deus, é um deus. Um Deus “costas largas”, como diz minha mãe, responsabilizado por todas as mazelas da vida, e é cobrado por solucionar rápido o desconforto dos seus fiéis, não é Deus, mas um deus, isto é, um ídolo.

Mas há coisa pior do que ser alienado, infantil e covarde. Dizem que pouca gente faz tanto mal quanto os estúpidos engajados, os idiotas trabalhadores. Quando o sujeito é um estúpido ou idiota preguiçoso, passivo, causa pouco estrago. Mas quando o sujeito é dedicado, comprometido, voluntarioso, então o estrago é grande.

Eles descambam para os fundamentalismos, promovem os sectarismos, abusam de sua pseudo autoridade, manipulam gente piedosa, usam a religião em benefício próprio, instrumentalizam o nome de Deus, e transformam o que seria esperança em niilismo e cinismo. Estes tais serviram para Nietzsche justificar sua angústia: “Se mais remidos se parecessem os remidos, mais fácil me seria crer no redentor”.

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terça-feira, 13 de novembro de 2012

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

domingo, 4 de novembro de 2012

Urendi Maleldil

Terminei minha leitura de Uma Força Medonha. As obras de Lewis dispensam comentários. Em particular, gostei mais do primeiro e segundo livro (Alem do Planeta Silencioso e Perelandra, respectivamente) devido o elemento fantástico está presente desde o inicio da narrativa. Nos livros 01 e 02, a estória acontece num outro mundo (Marte e Venus), já no livro 03 (Uma Força Medonha) a narrativa acontece em nosso planeta mesmo e deve ser por isso que a fantasia não surge desde o inicio da leitura.


Porém foi o livro 03 que eu mais fiz anotações. Em relação aos outros (01 e 02), este está muito mais sublinhado e com muitas setas de anotações. Eu estava esperando encontrar neste livro pelo menos algum dialogo dos Eldila, mas o narrador preferiu omiti-las. Em Uma Força Medonha, os capítulos estão com títulos (gosto muito deste recurso), já os dois primeiros livros não apresentam capítulos com títulos.

Fiquei um pouco decepcionado com uns aspectos a tradução, escolheram traduzir algo e optaram e não traduzir outras. Como por exemplo, escolheram traduzir N.I.C.E por Inec (não considero essa uma boa opção, talvez num outro momento fale mais sobre isso). Mantiveram Fisher-King, mas traduziram Pendragon por Líder Supremo. Os leitores brasileiros captariam os segredos e as intenções do autor ao ler a palavra Fisher-King, mas não compreenderiam ao ler Pendragon? Acredito que a melhor escolha seria deixar Pendragon, ao preferirem traduzir por Líder Supremo. Pelo óbvio de que a palavra inglesa corrobora muito melhor com a compreensão da leitura, levando em consideração que a narrativa lewisiana é construída pelos elementos arthuriano.

Em sua critica, George Orwell, diz que a narrativa ficou confusa com o uso da fantasia e a obra é excelente sem elas (fantasias). Imagino que Orwell tenha ficado muito confuso ao ler em especial o capitulo 16 (penúltimo capitulo)... A gente acaba se perdendo na cena que nos é narrada... Uma confusão geral – o que o narrador irá chamar de Maldição de Babel. Excelente sacada de Lewis!

Comei a leitura esperando ansiosamente pelo fantástico, bem a proposta do livro era essa – de ser um conto de fada (fantasia) para adultos e quando chego ao fim, fico com aquela sensação de Quero mais... Não acabe... Prossiga!

Não gostei de como os vilões morrem... Eles deveriam ter sofrido mais (risos). A personagem Fada é um ser muito Medonho. Até o diabo fugiria dela! Fiquei muito angustiado com todo desencontro do casal Mark e Jane. Desejo que no fim, o reencontro tenha sido Fabuloso.  Gostei com destino do Sr. Ransom (o herói nos livros anteriores). Dei ótimas gargalhadas com algumas cenas, em especial com a cena que está registrada nas paginas 402 e 550 (se ficou curioso, sugiro que leia o livro).

Num próximo post, irei relacionar algumas alusões presente no livro e algumas notas de leituras.

Grande abraçoO
E ótima semana a todos (as)

Urendi Maleldil




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