sexta-feira, 31 de agosto de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
O patético e o poético
Há alguns dias essa imagem circulou na internet, é de autoria de um pastor de adolescente. Eu disse pra mim mesmo que não iria gastar meu tempo com essas coisas deste tipo (coisas da gospelândia). Mas não aguentei... depois de assistir o video onde o pastor fala sobre a imagem, resolvir escrever este post.
Clique aqui para assistir o video com a resposta dele sobre a foto.
Bem, no video, ele usa o salmos 119:131 pra justificar a imagem.
Abro a boca e suspiro, ansiando por teus mandamentos. (NVI) [grifo meu]
Então falarei deste grifo. O que percebo é que o pastor não percebeu que ele foi muito infeliz na escolha do símbolo. O que ele faz na imagem é “cheirar” (coloco entre aspas, pois esse cheira pó não é o mesmo que cheirar no sentido de ter capacidade de perceber aromas e odores)
O “cheirar” da imagem é um “cheirar escravizador”... É o ato de cheirar pó (droga) e está intrinsecamente associado a uma dependência química e pelo simples fato de estar cheirando uma Bíblia não irá santificar o ato. Agora, “suspirar” não é o mesmo que cheirar e está muito longe do “cheirar o pó”.
Suspirar tem o sentido de desejar. Não sou especialista em língua hebraica, mas o suspirar de salmos é o mesmo que anelar a Palavra de Deus... O mesmo que sentir amor pela Palavra... O mesmo que precisar dela pra viver, assim como a corsa anseia por água.
O suspirar é poético! Já o cheirar da foto é patético!
Vamos tentar visualizar o suspirar e depois comparar o cheirar pó. Vamos observar para a imagem corporal. No suspirar, o corpo não fica prostado como no cheirar o pó. No suspirar nosso pulmão se enche e no sussurro pronunciamos o Nome Santo de Deus. Os rabinos dizem que o Nome de Deus é como o som do respirar. No suspirar nosso corpo é livre pra se mover, já no cheirar o pó o corpo é preso numa forma estática.
Realmente ele foi muito infeliz na escolha da imagem e na resposta da mesma.
O cheirar da foto é uma representação da escravidão. Alguém poderá dizer: “Nós crentes somos escravos de Deus”. Sim, somos escravos de Deus, mas a escravidão de Deus tem mais liberdade do que a liberdade pode comportar em sua definição. Na escravidão com Deus, somos chamados de amigos do Senhor.
Na escravidão de Deus temos liberdade e identidade. Na escravidão das drogas e da religião não temos mais rostos, somos transformados em monstros.
É clara nas paginas dos Evangelhos que Jesus se posicionou contra toda forma de tirania e dependência religiosa. Se queremos ser loucos por Jesus não precisamos cheirar a Bíblia, o que realmente precisamos ser é ser humano e praticar a religião de Jesus que é contraria a religiosidade e as palavras vazias e arregaçarmos as mangas e sinalizarmos aqui e agora o Reino de Deus.
Agora vamos nos atentar pro texto não-verbal. O que a imagem nos diz? O que você interpreta a partir da imagem? Para mim, “cheirar” a Bíblia como se cheira uma carreira de pó, não muda o sentido do “cheirar a droga”. Ele continua associado a um vicio que desumaniza o homem. Cheirar a Bíblia como se cheira uma droga é uma droga! Leia Mais…
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
A Religião de Jesus
A Religião de Jesus from IBAB on Vimeo.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
O Homem na Caverna
Em 1925, G. K. Chesterton
escreveu com muita criatividade, humor e com acentuada crítica a história da
humanidade.
Muito longe, em alguma estranha constelação em céus infinitamente
remotos, há uma pequena estrela, que algum astrônomo algum dia talvez venha a
descobrir. Eu pelo menos nunca pude observar no rosto ou no comportamento da
maioria dos astrônomos e cientistas nenhuma evidência de que eles a haviam
descoberto, muito embora eles estivessem de fato caminhando sobre ela o tempo
todo. É uma estrela que produz plantas e animais muito estranhos; e nenhum
deles é mais estranho que os cientistas. Essa pelo menos é a maneira como eu
começaria a história do mundo [...]
[Chesterton. O Homem
Eterno. Ed. Mundo Cristão]
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COMPORTE-SE COMO UMA DAMA, PENSE COMO UM HOMEM
Acho que Sara Sheeva leu o livro Act Like a Lady, Think Like a Man, antes de escrever seu livro que ensina a
mulherada crente como deixar de ser cachorra e se tornar princesa. Digo novamente: Eu acho...
Penso... Imagino que ela leu o livro do Steve Harvey! Digo bem
claro que ACHO (para que nenhuma discípula dela venha me acusar de “tocar” na
ungida pastora).
Não afirmo que ela aproveitou a ideia do Harvey, apenas digo que vejo semelhança entre o manual dela com o manual do Harvey =]
Steve Harvey
compartilha em seu livro (livro de auto-ajuda) os segredos do mundo dos homens.
Ele expõe o que realmente os homens pensam sobre intimidade, sexo, amor e
necessidades.
Quer ler o livro e aprender os segredos dos homens?
Pode ser adquirido
na Livraria Cultura
ou leia o livro da Sara Sheeva, mas o mais divertido é assistir o filme =]
E baseado nesse
livro foi feito uma boa comédia... Confira aqui trailer.
Muito mais lógico
Ninguém consegue imaginar como o
nada se poderia transformar em alguma coisa. Ninguém se aproxima nem sequer um
centímetro disso mediante a explicação de como alguma coisa poderia se
transformar em alguma outra coisa. É de fato muito mais lógico começar dizendo
“No começo Deus criou o céu e a terra”, mesmo que só se queira dizer “No começo
algum poder inimaginável começou algum processo inimaginável”. Pois Deus é por
natureza um nome misterioso [...]
[Chesterton. O Homem
Eterno. Ed. Mundo Cristão]
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domingo, 26 de agosto de 2012
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