quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O Espírito do Natal

Se você falar alguma frase com a expressão “O espírito do natal” próximo ou a algum crente, pode ter a certeza que ele irá te olhar torto e ainda irá questionar a sua fé em Cristo Jesus. Pra alguns crentes, a expressão significa “o espírito de São Nicolau” e tudo que tem alguma lição com santo católico, os crentes olham com aquele olhar de repreensão.

Quando digo “o espírito do natal”, não me refiro ao papai Noel nem o habito consumista de comprar presentes, uso a expressão pra dizer, “A essência do natal”.

Não vejo nada de diabólico na expressão O espírito do natal. Alguns crentes têm o péssimo habito de ver diabo em todas as coisas.

Alguns líderes usam o argumento de que o natal é o aniversario de Jesus, por tanto é Ele que nós devemos presentear. De fato, é uma excelente sacada. Ótimo argumento para os fieis deixarem parte do décimo salário nas instituições religiosas. Esse tipo de argumentação praticado nas igrejas evangélicas não representa a essência do natal. Como disse anteriormente, é puro argumento para fazer os fieis ofertarem, ou seja, morder parte do décimo terceiro salário.

O espírito do natal, ou a essência do natal só pode ser Jesus. Não que no natal devemos levar presentes (leia-se ofertas a Ele nas igrejas), mas devemos levar “presentes” a Ele na vida dos nossos próximos. Ele (Jesus) está é na face do outro. Que outro?  Foi o próprio cristo que disse Ele. Disse também que quando dermos um copo de água ou alguma ajuda a algum necessitado, estaríamos fazendo a Ele, portanto quando formos ao Hemocentro fazer uma doação de sangue, a lógica nos diz que estamos indo doar a Ele que está na face do outro.

Gosto muito de saber que Deus está é nas relações de Amor, conforme Ed René sempre costuma dizer na IBAB (clique aqui).

Resumindo, a essência do natal é a generosidade.




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sábado, 15 de dezembro de 2012

Preciso de um milagre

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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

RISE OF THE GUARDIANS

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Tolkien no Podcast

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Onde está Deus?

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Atirei o pau no gato e Galhos Secos

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

O caminho do amor

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domingo, 2 de dezembro de 2012

Moscatel ou Brut?



Dois excelentes espumantes (vinho), mas qual escolher para a ceia do natal ou para aquele jantar romântico? Aqui vão umas dicas: O Moscatel tem a sua primeira fermentação interrompida, mantendo os açúcares naturais da uva e resultando um produto de graduação alcoólica mais baixa, em 7,5%. O Brut é elaborado à partir de um vinho, já fermentado, de graduação alcoólica próxima de 11% e sem açúcar.

Sendo assim, o Brut é seco e o Moscatel é suave. Por ser adocicado e mais leve, o Moscatel agrada mais o paladar feminino, então #ficadica para os namorados, se pretende fazer um jantarzinho a dois, escolha o Moscatel. Usar Sidra num jantar romântico não é nada romântico e muito deselegante rsrsrsrs. E esses Espumantes não são caros!

Boas festas!

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sábado, 1 de dezembro de 2012

Far Away

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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Os bem aventurados

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sábado, 24 de novembro de 2012

Os Nada-Contentes

São aqueles que não suportam que os outros vivam livremente. Não tolera a felicidade na face e na simplicidade da vida alheia.

 
São aqueles que consideram que um adulto não pode desejar tomar banho na chuva. Acreditam que quando crescemos, as coisas de crianças ficam para trás. Pensam eles que quando crescemos não podemos mais apreciar uma limonada e usam a Bíblia para fazerem a afirmação que quando nos tornamos adultos, as coisas simples não podem fazer parte de nossa vida. Quando eles vêem outro adulto apreciando a chuva, se sentem afrontados, como pode um adulto sair na chuva com o propósito de se molhar? Eles se perguntam! Coisa de adulto é correr da chuva e não banhar na chuva.

Os infelizes são aqueles que se escandalizam quando alguém que não é criança diz que aprecia um delicioso leite com café ou com chocolate.

Infelizes são os que não vivem intensamente a simplicidade da vida. Os que não sabem ou não podem (por causa das coisas de adultos) apreciar o sol, o vento, o canto dos pássaros ou a chuva no rosto.

Infelizes são os que não consegue enxergar Vida fora da religiosidade em que estão presos. Não conseguem ver a Glória de Deus em todas as coisas, acham que Deus está apenas no templo nos dias de culto e se esquecem que Deus é Tudo em Todos (1 Co 15:28).

Como são infelizes os que se consideram santos mediante a religiosidade. Quanta arrogância! Não aprenderam nada com o Homem de Nazaré? São muito infelizes os que consideram que quando crescemos não podemos apreciar um conto de fada. Consideram-se tão adultos, mas são tão infantis esses seres Nada-Contentes.


Parafraseando Chesterton, digo: As pessoas não morreram por falta de maravilhas, mas por não saber se maravilhar.  E encerro o post com o que Lewis escreveu: Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino, inclusive o medo de ser infantil e o desejo de ser adulto.

Ótima semana a todos (as) leitores (as) do Blog

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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Futebol americano em Cuiabá


Devido o desempenho do Cuiabá Arsenal, os cuiabanos estão se interessando pelo futebol americano. E o João Geléia ensina tudinho para a galera ficar por dentro deste esporte que tem ganhado o coração dos cuiabanos. 

1) COMEÇANDO A PARTIDA 


2) FALTAS (O que pode e o que não pode) 


3) TOUCHDOWN!

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A oração de Jabez

2012.11.18 vimeo from IBAB on Vimeo.

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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Profundo Significado



Talvez isso já tenha acontecido a você em sonho, quando alguém lhe diz qualquer coisa que você não entende, mas que, o sonho, parece ter um profundo significado – o qual pode transformar o sonho em pesadelo ou em algo maravilhoso, tão maravilhoso que você gostaria de sonhar sempre o mesmo sonho.

[O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa]

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domingo, 18 de novembro de 2012

Wonders

O mundo nunca morrerá de fome por falta de maravilhas, 
mas morrerá apenas por não saber se maravilhar.
[G.K.Chesterton]



"The world will never starve for want of wonders; but only for want of wonder." 
[GKChesterton: Tremendous Trifles]

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O Que Não Precisa

 
 
Você desprezou o amor e tudo o que ele já te deu
E deu muito mais valor
A todas as outras coisas
Você correu como um tolo atrás do que os olhos veem
E procurou o mundo afora
Coisas que você já tem
E ele te deu as mais loucas pra confundir as mais sábias
E te deixou as mais fracas pra te livrar da tua força
E ele escolheu bem as que não são pra te lembrar que você não é
E que não precisa ser
O que não precisa

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Jesus realmente existiu?

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Outro Deus



Por: Ed René Kivitz

Por que “outro Deus”? Para responder, preciso fazer uma confissão: gosto de Marx (1818 – 1883), Nietzsche (1844-1900), Freud (1856-1939), Sartre (1905 – 1980), e outros caras do tipo.

Gosto porque são passionais, ou melhor, prefiro dizer viscerais, e honestos, pelo menos no que escreveram. Gosto porque suas perguntas deixam os religiosos, como eu, por exemplo, no canto da parede.

Gosto porque suas perguntas não têm nada a ver com Deus. Têm tudo a ver com os religiosos, ou se você preferir, com a idéia religiosa de Deus, o que Saramago chamou de “fator Deus” – a maneira como Deus é percebido, crido, tratado pelos que nele crêem.

A religião, no sentido de “fator Deus”, de fato, é um esconderijo para gente alienada, covarde e infantil. Não são poucos os que se apegam ao “fator Deus” em busca de consolo para sua infelicidade na existência e sobrevivem do sonho do paraíso pós morte, deixando a história entregue aos oportunistas.

Muita gente procura em Deus o pai que nunca teve e ou gostaria de ter tido, isto é, aquele protetor e provedor incondicional, para quem se corre quando a vida faz careta. Outros há que se recolhem em Deus fugindo exatamente da possibilidade de encarar as caretas da vida, numa recusa em assumir a responsabilidade de escrever uma biografia digna, entregando tudo aos desígnios determinados pelo céu, a famosa vontade de Deus.

Por que “outro Deus”? Porque um Deus que gera alienados, infantis e covardes não é Deus, é um deus. Um Deus “costas largas”, como diz minha mãe, responsabilizado por todas as mazelas da vida, e é cobrado por solucionar rápido o desconforto dos seus fiéis, não é Deus, mas um deus, isto é, um ídolo.

Mas há coisa pior do que ser alienado, infantil e covarde. Dizem que pouca gente faz tanto mal quanto os estúpidos engajados, os idiotas trabalhadores. Quando o sujeito é um estúpido ou idiota preguiçoso, passivo, causa pouco estrago. Mas quando o sujeito é dedicado, comprometido, voluntarioso, então o estrago é grande.

Eles descambam para os fundamentalismos, promovem os sectarismos, abusam de sua pseudo autoridade, manipulam gente piedosa, usam a religião em benefício próprio, instrumentalizam o nome de Deus, e transformam o que seria esperança em niilismo e cinismo. Estes tais serviram para Nietzsche justificar sua angústia: “Se mais remidos se parecessem os remidos, mais fácil me seria crer no redentor”.

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terça-feira, 13 de novembro de 2012

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

domingo, 4 de novembro de 2012

Urendi Maleldil

Terminei minha leitura de Uma Força Medonha. As obras de Lewis dispensam comentários. Em particular, gostei mais do primeiro e segundo livro (Alem do Planeta Silencioso e Perelandra, respectivamente) devido o elemento fantástico está presente desde o inicio da narrativa. Nos livros 01 e 02, a estória acontece num outro mundo (Marte e Venus), já no livro 03 (Uma Força Medonha) a narrativa acontece em nosso planeta mesmo e deve ser por isso que a fantasia não surge desde o inicio da leitura.


Porém foi o livro 03 que eu mais fiz anotações. Em relação aos outros (01 e 02), este está muito mais sublinhado e com muitas setas de anotações. Eu estava esperando encontrar neste livro pelo menos algum dialogo dos Eldila, mas o narrador preferiu omiti-las. Em Uma Força Medonha, os capítulos estão com títulos (gosto muito deste recurso), já os dois primeiros livros não apresentam capítulos com títulos.

Fiquei um pouco decepcionado com uns aspectos a tradução, escolheram traduzir algo e optaram e não traduzir outras. Como por exemplo, escolheram traduzir N.I.C.E por Inec (não considero essa uma boa opção, talvez num outro momento fale mais sobre isso). Mantiveram Fisher-King, mas traduziram Pendragon por Líder Supremo. Os leitores brasileiros captariam os segredos e as intenções do autor ao ler a palavra Fisher-King, mas não compreenderiam ao ler Pendragon? Acredito que a melhor escolha seria deixar Pendragon, ao preferirem traduzir por Líder Supremo. Pelo óbvio de que a palavra inglesa corrobora muito melhor com a compreensão da leitura, levando em consideração que a narrativa lewisiana é construída pelos elementos arthuriano.

Em sua critica, George Orwell, diz que a narrativa ficou confusa com o uso da fantasia e a obra é excelente sem elas (fantasias). Imagino que Orwell tenha ficado muito confuso ao ler em especial o capitulo 16 (penúltimo capitulo)... A gente acaba se perdendo na cena que nos é narrada... Uma confusão geral – o que o narrador irá chamar de Maldição de Babel. Excelente sacada de Lewis!

Comei a leitura esperando ansiosamente pelo fantástico, bem a proposta do livro era essa – de ser um conto de fada (fantasia) para adultos e quando chego ao fim, fico com aquela sensação de Quero mais... Não acabe... Prossiga!

Não gostei de como os vilões morrem... Eles deveriam ter sofrido mais (risos). A personagem Fada é um ser muito Medonho. Até o diabo fugiria dela! Fiquei muito angustiado com todo desencontro do casal Mark e Jane. Desejo que no fim, o reencontro tenha sido Fabuloso.  Gostei com destino do Sr. Ransom (o herói nos livros anteriores). Dei ótimas gargalhadas com algumas cenas, em especial com a cena que está registrada nas paginas 402 e 550 (se ficou curioso, sugiro que leia o livro).

Num próximo post, irei relacionar algumas alusões presente no livro e algumas notas de leituras.

Grande abraçoO
E ótima semana a todos (as)

Urendi Maleldil




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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Skyfall



Have you seen Skyfall? It is the new James Bond movie. It’s a good movie! I liked it. According 007 Agent, there are three things important: Whiskey, Expensive cars and beautiful woman.

When he said “It was a waste of good Scotch”, he saying us Whiskey is more important than the bond girl. 

 

 Como todo bom filme de ação e espionagem, Skyfall é de tirar o fôlego. O filme valoriza o universo masculino, onde o que importa é um bom Scotch (Whiskey), carros clássicos e depois mulher.

No filme, o mito de Guilherme Tell foi recontado quando James Bond precisa acertar com um tiro um copo de Whiskey que está sobre a cabeça da “Bond Girl”. Para quem não conhece a lenda de Guilherme Tell, irei resumi-la: Mediante a ordem de um Governante Autoritário, Guilherme Tell precisa acertar a maçã que está sobre a cabeça do filho. No filme, mediante ao capricho de um vilão muito desequilibrado, 007 se vê encarnando uma lenda (tudo para comemorar o meio século do personagem mais famoso na espionagem)

Quando James Bond diz que foi “um desperdício de um bom Scotch”, fica claro que o Whiskey é muito mais importante do que a Mulher. Quando o vilão destruiu o carro, o Bond ficou com cara: “Você quebrou o meu brinquedo!”

A trilha sonora, cantada por Adele deixou o filme incrivelmente belo.


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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

OS CIENTISTAS ESTÃO NO CONTROLE

         George Orwell escreveu uma crítica a That Hideous Strength (1945) de C. S. Lewis (No Brasil, a obra foi publica pela WMF Martins Fontes, com o titulo de Uma Força Medonha). 


Quem foi George Orwell, você me pergunta? Bem, ele foi um escritor e jornalista inglês. Entre suas obras, podemos citar: 1984 (publicado em 1949), A Revolução dos Bichos (1945), e outras mais. Ele escreveu poemas, artigos, poemas, etc.

Sua crítica ao trabalho de Lewis, foi publicado em 16 de Agosto de 1945, no Manchester Evening News.  Com o seguinte titulo: THE SCIENTISTS TAKE OVER (caso tenha interesse de lê-lo na integra, clique aqui).

Orwell começa seu review (crítica literária), dizendo que os melhores romances são aqueles que não fazem uso do elemento fantástico (anjos, fantasmas, magia, etc.). E que na obra Uma Força Medonha, Lewis utiliza-se muito deste recurso. Segundo Orwell, provavelmente teria sido um livro melhor se o elemento mágico fosse deixado de fora.

Ele continua resumindo a obra de Lewis ao dizer que em essência, é uma estória de crime. E acrescenta que os acontecimentos milagrosos (elementos fantásticos) não são essenciais para as estórias de crimes.

George Orwell acredita que Lewis se assemelha a G. K. Chesterton (este por sua vez escreveu O Homem Que Era Quinta-feira).  Orwell afirma que é provável que Lewis compartilhe do pensamento chestertoriano no que diz respeito às verdades do cristianismo contra o materialismo científico ou niilismo. Em seu comentário, Orwell diz de onde provavelmente Lewis foi buscar o titulo para a obra em questão.

Assim, Orwell prossegue em seu resumo dizendo que o livro descreve a luta de um pequeno grupo de pessoas simples contra um instituto cientifico que pretende dominar o mundo e se possível o universo inteiro. Em outras palavras, colocar tudo sob o controle da ciência.

Orwell descreve o instituto cientifico (Instituto Nacional de coordenadas Experimentos) e acrescenta afirmando que um dos personagens do romance de Lewis que é conhecido como O Cabeça, é tão excitante quanto numa estória de detetive.

Para Orwell, o livro de Lewis seria muito bom para se sugerir a alguém se ele não fosse escrito com elementos fantásticos, pois segundo Orwell, esse elementos deixaram a obra um pouco confusa. Depois, o crítico literário prossegue sua resenha, afirmando que os cientistas da estória estão interessados no corpo do antigo mago Merlin que está enterrado no intuito de controlar o universo. Mas o trabalho dos cientistas é frustrado pelo protagonista e por uma vidente e por alguns seres angelicais.

Segundo George Orwell, o livro termina de uma forma que é tão absurda que nem sequer conseguem ser horrível, apesar de muito derramamento de sangue. Orwell comenta sobre as crenças de Lewis.

O autor encerra sua crítica dizendo que é um livro que vale a pena a leitura. O que para mim, foi apenas uma forma polida de encerrar um texto. Pois foi assim que aprendi na disciplina de Leitura e Produção de Texto (em 2011) a encerrar uma crítica.

Ainda estou lendo Uma Força Medonha, depois compartilho aqui no blog minha opinião sobre a obra. Depois da leitura do comentário do Sr. Orwell, lembrei-me do que Lewis escreveu no prefácio:

“Chamei este livro de conto de fada na esperança de que aqueles que não gostam de fantasia não sejam persuadidos a continuar sua leitura, pelos dois primeiros capítulos, para depois virem queixar-se decepcionados”



Ótima semana a todos.
Grande abraço!






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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Razão Para Viver

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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

domingo, 14 de outubro de 2012

Sabedoria da Vovó


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sábado, 13 de outubro de 2012

Enquanto isso



Na Cidade Verde* (que de verde não tem quase nada), as árvores são cortadas pra dar passagem ao VLT (veiculo leve sobre trilhos). Se ele realmente chegará aqui, nós, cuiabanos não sabemos.
Nos E.U.A, árvores são cortadas pra que o ônibus espacial possam dar uma voltinha pelas ruas das cidades.

Os dois exemplos acima mostram claramente a “amizade” da Tecnologia com a Natureza.

O que importa para os americanos é ver a Nave desfilar. Já que falamos em desfile, que samba-enredo, mais meia boca será aquele pra falar de Cuiabá no próximo carnaval! Mas vamos voltar para o assunto anterior. O que importa para os cuiabanos é a promessa de 04 em 04 minutos numa estação. Pra que se importar com árvores? Afinal aqui faz 40º na sombra!

*Cuiabá-MT

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Um conto de fada moderno para adultos

Em 1943, Lewis escreveu (com aquele típico humor britânico) no prefácio de That Hideous Strength:



 “CALLED this a fairy-tale in the hope 
that no one who is likes fantasy may be misled 
by the first two chapters into reading further,
and then complain of his disappointment […]  
This is a "tall story" about devilry […]”.



Em Uma Força Medonha (WMF Martins Fontes), encontramos a seguinte tradução:

Chamei este livro de conto de fada na esperança de que aqueles
que não gostam de fantasia não sejam persuadidos a continuar sua leitura, pelos dois primeiros capítulos, para depois virem queixar-se decepcionados [...]
Esta é uma historia incrível sobre a perversidade [...]”


Dessa forma, chega às mãos dos leitores brasileiros (apreciadores das obras de Lewis), o terceiro volume da Trilogia Espacial Um conto de fada moderno para adultos.

A Criança Interior está muito contente (refiro a mim mesmo) e com um sorriso de Gato Cheshire estampado no rosto =] Comprei o meu exemplar, e como gosto de fantasia, já fui informado pelo próprio Jack (no prefácio) que terei muitas ao decorrer da minha leitura desta magnífica obra.

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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A Velhice



Em A Princesa e o Goblin (de George Macdonald), 
A Vovó Irene (de mais de 100 anos) 
diz pra Princesinha Irene (menina de 08 anos) 
o verdadeiro significado da velhice:





 “Na verdade, sou muito velha. É uma bobagem das pessoas — não me refiro a você, que é ainda tão pequena, e não seria capaz de saber - mas é uma tolice as pessoas imaginarem que velhice significa deformidade e fraqueza e debilidade, e bengala e óculos, e reumatismo e falta de memória! É tanta bobagem. Velhice nada tem a ver com isso tudo. A verdadeira velhice significa força, beleza, alegria e coragem, olhos límpidos, membros fortes e sem dor. Eu sou mais velha do que você é capaz de calcular e...”
                                                   [A Princesa e o Goblin. Editora Landy. Cap.15 pag.119]



It is so silly of people to fancy that old age means crookedness and withredness and feebleness and sticks and spectacles and rheumatism and forgetfulness! It is so silly! Old age has nothing whatever to do with all that. The right old age means strength and beauty and mirth and courage and clear eyes and strong painless limbs”.
[In. Princess and the Goblin. 1872]
 

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domingo, 7 de outubro de 2012

Eles Precisam Saber

Uma linda crítica ao evangelicalismo brasileiro =] 

Eles só querem saber como é possível viver
Só querem aprender pra poder decidir
Eles só querem entender
Eles só querem sentir a fé que pode existir
Que podem descansar, que podem esperar
E não desfalecer

Alguém precisa falar, eles precisam saber
Que não se vende fé
Saber que Deus não é o que se vê na TV

E eles precisam ouvir só o que Deus quer dizer
Será que ninguém vê que é preciso amar
Eles precisam saber

E eles precisam saber o que é a graça de Deus
Que aquilo que Deus faz, aquilo que Deus tem
Não se pode comprar

Eles precisam saber que Deus pode se mover
Por aquilo que são, por compaixão
E não pelo o que podem dar

Alguém precisa dizer, alguém precisa pregar
Que Ele veio pagar, que Ele veio morrer
Pra que possam viver

Eles precisam de amor, eles precisam ver
Que a inocência traz o risco de pagar
Pelo o que não vão ter

Eles precisam de Deus, eles precisam de paz
Eles não querem pais, não querem faraós
Nem um capataz
Eles precisam saber que agora podem pensar
Que aquilo que Deus vê,
O pregador não vê, o pregador não dá

Eles precisam de Deus, eles precisam de mais
Eles não podem ver, eles precisam luz
Precisam enxergar
Eles precisam andar, precisam se libertar
Eles só querem Deus, eles só querem paz
Eles só querem amar

Eles precisam saber que eles não são de ninguém
Que ninguém pode dar e nem manipular
Aquilo que Deus tem

Precisam ver o céu, precisam ver a cruz
Precisam se entregar,
Precisam confessar o Nome de Jesus


 
 
Linda canção! Banda Resgate fazendo sempre musicas inteligentes! Como disse anteriormente, uma crítica e tanto a essa religiosidade da teologia da prosperidade... dos objetos ungidos... da venda da fé... da manipulação da mão de Deus... da modinha da 4ª dimensão... do G12 e etc.


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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A Consciência Crística

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domingo, 30 de setembro de 2012

Alegoria


Em certo sentido, a alegoria não pertence ao homem medieval, mas, sim, ao homem como um todo ou, até mesmo, à mente em geral. É da natureza própria do pensamento e da linguagem representar o que é imaterial em termos pictóricos. O bom ou feliz sempre foi elevado como os céus e luminoso como o sol. O mal e a miséria sempre pertenceram às profundezas escuras.



(LEWIS, C. S. Alegoria do Amor: Um Estudo da Tradição Medieval. pag. 55)
 

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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Mais que um carpinteiro



 Gosto muito de livro =]



Fiquei bastante contente ao saber que ganhei um exemplar do livro Mais que um carpinteiro.

Esta obra dispensa comentários!




 

Quer comprar um exemplar? Clique AQUI!

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O Cristão e sua Consciência Política

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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Iº Intercâmbio Poético - Movimento Brasil Cultural



Maiores informações, clique AQUI

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sábado, 22 de setembro de 2012

Não Desista

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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

É Tudo Sempre Igual


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Exílios e Esperanças!



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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O Amor Perfeito

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Abraham Lincoln - Caçador de Vampiros

Quem não gosta de uma boa estória? Não é mesmo!

Ainda mais quando uma boa estória é uma estória secreta. Isso deixa tudo mais surpreendente.

E. M. Forster escreveu em Aspectos do Romance, “[...] queremos saber o que vai acontecer depois. Isso é universal".

O filme sugere que a vida de Lincoln tem uma história secreta e apenas uma fração da verdade seja conhecida hoje. Em minha opinião, o filme é muito bom tanto pela estória quanto pelos os outros elementos do filme. Eles conseguiram unir perfeitamente as características históricas com a ficcional perfeitamente.

Um excelente filme! Surpreendente do começo ao fim! Emoção... Suspense... Aventura.

O longa é uma adaptação do livro de Seth Grahame-Smith, e promete mostrar o ex-presidente dos Estados Unidos Abraham Lincoln caçando vampiros a fim de vingar a morte da mãe.



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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Minha Preciosa


Cheira a Bíblia daquele jeito não é loucura coisa nenhuma!
Loucura mesmo é lê-la!

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Conversando com o espelho

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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Louco amor

O Amor mais louco do mundo
Dá atenção a quem não presta

Sorri pra quem a maioria detesta
Perdoa quando nada mais resta

O Amor mais louco do mundo
Diz sim, quando devia dizer não
Que ao invés de fugir
Estende a mão


Este Amor me faz novo
De novo a cada manhã
[...]


O Amor... Louco Amor
Desfaz a dor
Transformando tudo

O Amor... Não ha outro
Como o Amor mais louco do mundo

[Tanlan - Album: Um dia a mais]

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sábado, 8 de setembro de 2012

Um Amor para recordar

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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

O pessimismo



Pessimism is not in being tired of evil but in being tired of good. 
Despair does not lie in being weary of suffering, but in being weary of joy.
[In.:  The Everlasting Man]




O pessimismo não consiste em sentir-se cansado do mal, mas em sentir-se cansado do bem. O desespero não sentir-se cansado do sofrimento, mas em sentir-se cansado da alegria. Quando por algum motivo as coisas boa de uma sociedade deixam de funcionar, essa sociedade entra em declínio; quando seu alimento não alimenta, quando seus remédios não curam, quando suas bênçãos não abençoam. 
[O Homem Eterno. Ed.Mundo Cristão. pag. 163]

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domingo, 2 de setembro de 2012

Um deus disfarçado



No livro, Oração: Cartas a Malcolm
C. S. Lewis escreveu:
  



Até os pagãos sabiam que um mendigo a sua porta pode ser um deus disfarçado, e a parábola da ovelha e dos bodes é o comentário de nosso Senhor a esse respeito 1. O que você faz, ou deixa de fazer, em relação ao mendigo é o que você faz ou deixa de fazer a Ele. Levando ao extremo do panteísmo, isso poderia significar que os homens são aparências de Deus – representações extraordinárias, por assim dizer. Do ponto de vista do legalismo extremo, poderia significar que Deus, graças a uma espécie de ficção jurídica, “interpretará” sua bondade a um mendigo como uma bondade feita a Ele.

Sempre que leio algo do Lewis fico com uma sensação estranha – que poderia chamá-la de “A igreja não me ensinou isso”.

Lewis – um professor de literatura que ensina teologia muito melhor do que muitos superpastores da TV brasileira!

É realmente muito triste, ver grande parte das comunidades evangélicas preocupadas em crescimento numérico e com a conta bancaria – as pessoas são apenas instrumentos para alcançar seus objetivos. É possível contar nos dedos, as comunidades preocupadas em sinalizar o Reino de Deus aqui e agora.

Pense no significado deste texto das Escrituras: ‘Procuro misericórdia, não religião’ Estou aqui para dar atenção aos de fora, não mimar os da casa, que se acham justos.

[Mateus 9:13. Bíblia A Mensagem]

Jesus estava constantemente com os pobres e excluídos e não pegava leve com os religiosos. Oh, raça de víbora eram os religiosos do tempo de Jesus... Oh, raça de jibóia são os religiosos de hoje. Eles engolem o povo!


1: Todas as nações serão reunidas diante dele, 
e ele separará umas das outras como o pastor
separa as ovelhas dos bodes. 
(Mateus 25:32 NVI)

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