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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Não quero
Não me sinto nada bem com a idéia de um deus manipulável pela
oração e pelo jejum.
Prefiro um Deus que sabe realmente o que sino no dia-a-dia.
Quero um Deus que saiba o que é ser humano. Por isso prefiro Jesus, Ele é a revelação vísivel de Deus.
Não quero um deus que faz tudo pra mim, só por que “trabalho”
na igreja ou por que estou na visão ou debaixo da unção.
Não quero um cristianismo impregnado por metodologias que dá
ênfase no crescimento e esquece do amadurecimento. Não quero me
submeter as metodologias religiosas que se preocupa com os elementos
quantitativos. Muito distante do que está registrado em Tiago 1:27.
Não quero ficar em meio as profetadas. Prefiro mergulhar
no cristianismo puro e simples, é por isso que leio Lewis. Quero é descobrir o cristianismo
básico, por isso que as obras de Stott são tão bem vindas.
Se Jesus na maioria das vezes criticou os lideres religiosos
do seu tempo, você acha que os religiosos de hoje estariam livres de serem criticados
e confrontados pelo Senhor?
Não quero uma religião que esmague minha consciência. Que
aprisione minha mente. Crer também é pensar. E na palavra de Deus encontro a
liberdade que preciso... A verdade realmente liberta.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
O Poder do Relacionamento #02
Em Chuck (Série da NBC), temos
muitas opções pra analisar e refletir, é claro que se abordarmos todas aqui,
este post se tornará muito extenso, e essa não é nossa intenção. Bem, a estória
principal deste seriado é estória de uma cara inteligente (E nada Incrível) que
tem sua vida em perigo, devido a um e-mail que recebera e que por acaso (ou
destino) agora todos os segredos do governo foram baixado (feito download) em
sua mente. Mas a série é feita de outras estórias paralelas e que se cruzam
como a estória da Agente Sarah Walker, que foi enviada pra proteger o Nerd
(Chuck). Ela é uma mulher determinada e que de uma forma semelhante à
personagem Elizabeth do romance “Se Você Me Visse Agora”, teve uma vida nada
fácil. E devido às dificuldades e o trabalho, seu coração não experimentará o
que é o amor. Também há estória do General John Casey; Quem acompanhou a série,
certamente se surpreendeu com a transformação desse homem programado pra matar.
Há também a estória do Morgan Grimes, o melhor amigo de Chuck, onde Morgan ver
no seu amigo o verdadeiro referencial de amizade e família. E tantas outras
estórias que formam o enredo do seriado mais Incrível que já assistir.
Chuck é uma série que mistura romance,
aventura e comédia. Possui uma singularidade impressionante e é impossível não
se envolver com as personagens. Uma série excelente, com um elenco incrível e
participações fantásticas e muita musica boa.
O interessante de observarn na
vida do Chuck é o seu relacionamento na família, no trabalho, e seu
relacionamento de amizade. É claro que o ponto alto da série é o romance de
Chuck com Sarah, a sua protetora. Tanto Chuck quanto Sarah, são transformada
pelo poder do relacionamento.
Chuck se torna mais seguro e mais
eficiente, já Sarah se torna mais humana. Como diria C.S.Lewis: O amor nos
torna vulneráveis. John Casey se torna mais manso (se você assistir o seriado
irá entender melhor). Chuck e Sarah, duas pessoas totalmente diferentes e ao
mesmo tempo tão parecidos. Que se complementam. Separados não são nada
Incríveis, mas juntos formam uma dupla fantástica.
E pra encerrar este post, dois
vídeos. Um com a música “O Poder do Amor” e um com um pouco da historia da
série.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
AdQuo
Estudante de Engenharia cria site para venda e compra de livros acadêmicos. Danilo Maia criou no fim de 2010 um sistema para que estudantes possam anunciar, procurar e comprar livros acadêmicos pela internet. Um projeto tímido, mas que evoluiu e se transformou no site AdQuo.
O sistema funciona com base na interatividade. Os interessados em vender algo precisam criar uma conta no site. A busca é aberta a todos, sem necessidade prévia de cadastro. É tudo gratuito!
Saiba mais clicando aqui!
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O Poder do Relacionamento #01
Em “Se você me visse agora”
conhecemos a estória de Elizabeth Egan, uma mulher batalhadora, não é casada e nunca teve um relacionamento amoroso em sua
vida que lhe despertasse a felicidade. Ela tem uma família muito problemática,
sua mãe fugira e a abandonara seu pai e sua outra irmã. O pai de Elizabeth é o
tipo do pai nada carinhoso. A irmã da Elizabeth tem problemas com o álcool e
tem um filho, que se chama Luke. É Elizabeth que acaba criando Luke, pois a mãe
dele não tem nenhum pouco de maternidade na veia. Elizabeth
mora na cidade, ela é o que chamaríamos de pessoa responsável da família. Tendo
que cuidar de tudo e de todos. E nisso tudo, ela nunca tivera tempo pra si. Uma
mulher que trabalhava na decoração de casas que nunca provou o amor. Ela nunca
sentiu o que era ser amada e desejada. Com tantos problemas e tantas
responsabilidades, Elizabeth era blindada contra o sentimento de amar e ser
amada. Aos 34 anos ela certamente nunca daria atenção às coisas não palpáveis,
certamente ela não era levada pelas coisas do coração.
Não que ela fosse realmente não interessada no amor, mas as circunstâncias a levaram a ter uma vida onde ela pudesse ter o controle das coisas. Ela pensava que tinha o controle, e que o amor é para os que não tem o pé no chão.
Elizabeth e Luke, seu sobrinho,
vivem juntos. Luke tem seis anos e como todas as crianças, ele é também muito
imaginativo. Ele acaba fazendo amizade com um amigo imaginário, que se chama
Ivan. Este amigo imaginário começa conviver com Luke e brincar juntos. E
Elizabeth não faz idéia como lidar com este tipo de comportamento infantil. Ela
faz uma pesquisa no google e busca por informações com especialistas de
pedagogia pra poder se relacionar com o sobrinho nessa fase da vida. Luke é o
filho que Elizabeth não teve. E tudo isso mexe com sua fortaleza emocional.
Ivan é o tipo de cara bem oposto
de Elizabeth, ele é divertido e não vive tão preocupado como um adulto.
Trabalha no que gosta e sabe manter viva a criança interior. Elizabeth
gosta de tudo nos devidos lugares, não tem tempo para amigos, muito
menos para a imaginação fértil do sobrinho Luke.Mas a convivencia com
Ivan acaba trazendo um colorido novo para a sua vida.
Bem, Ivan não tem necessariamente
a idade do Luke. Ele é um profissional especialista em fazer amizade. É o que
os adultos gostam de chamar de amigo imaginário. Ivan não gosta muito desta
definição, pois pra ele próprio, ele não tem nada de imaginário e o problema é
que os adultos não são capazes de enxergar os tais “Amigos Imaginários” dos
filhos. Bem, Ivan não é humano como Luke e nem como Elizabeth, até acho que
poderíamos chamá-lo de anjo da guarda, Mas é claro, ele não é nenhum anjo.
Só que o inesperado acontece, na
convivência de Ivan e Luke, Elizabeth acaba sentido a presença do Ivan. Ela
acaba se tornando amiga deste Ivan, imaginando ela ser um dos pais de algum
amigo de seu sobrinho. E nessa relação tanto Ivan quanto Elizabeth se torna
muito mais que amigos. Ivan tem que prestar conta aos seus superiores, pois ele
não pode se relacionar com um adulto, seu trabalho e fazer amigos e quando a
criança estiver preparada ele tem que partir e fazer outro amigo.
No relacionamento com Ivan,
Elizabeth se transforma, como se tornasse mais livre, mais vibrante, mais cheia
de vida. Ela experimenta o amor profundamente. Ela já não é mais aquela mulher
que era antes... Esta muito mais confiante e determinada.
Mas a estória não termina como em
todos os contos de fadas. Elizabeth Egan morre como todos os seres humanos.
Somos finitos, não somos feitos pra durar pra sempre. A velhice e a morte fazem
parte da vida. Ivan não sabe o que é morrer, não como nós sabemos. Mas Ivan
sabe o que é ter lembranças de alguém que amamos e que o amor transforma as
pessoas. Tanto ele quanto ela, foram transformados pela amizade e pelo amor.
Entre tantos amigos que Ivan
fizera, Elizabeth foi, de longe, a sua melhor amiga.
#Fica_Dica: Se Você Me Visse Agora é um otimo e divertido romance.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Love never dies
Se eu falar com eloqüência humana
e com êxtase própria dos anjos e não tiver amor, não passarei do rangido de uma
porta enferrujada. [...]
Assim, não importa
o que eu diga, no que eu creia ou o que eu faça: sem amor, estou falido.
O amor nunca desiste. [...]
Confia sempre em Deus,
Sempre procura melhor, [...]
O amor nunca morre.
[I Coríntios 13: 1- 8. In: A Mensagem: Bíblia em linguagem contemporânea]
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O Poder do Relacionamento
Talvez eu pudesse utilizar as
informações do campo da psicologia para escrever este post, poderia buscar
informações com os especialistas de RH e, ou com os Doutores do Amor, mas
prefiro escrever sobre o poder do relacionamento (Amoroso, familiar, de
amizade, etc.) baseando na literatura de ficção. Poderia escrever baseando em
histórias de pessoas que conheço, ou poderia contar mediante a minha própria
experiência, ou poderia buscar dados científicos e escrever empiricamente sobre
o assunto, mas acredito que: “A razão é o sentido da verdade, e a imaginação é o
sentido do sentido”. Desde modo
utilizarei os elementos da imaginação para escrever um pouco sobre o
relacionamento e o seu incrível poder e tentar chegar ao sentido do sentido.
Partiremos do pressuposto de que
somos seres relacionais. Que ninguém vive só. Que mais queremos (alguns querem)
ser independentes, sempre iremos depender de algo que está no outro. Em outras
palavras, pra se relacionar é necessário de mais de uma pessoa. Posso até
gostar de momentos de solitude, mas ninguém se relaciona consigo mesmo. Pra se
relacionar é necessário da presença do outro.
Escreveremos este post em duas
partes:
1ª parte: O poder do
Relacionamento baseado no romance de Cecelia Ahern, intitulado de “Se você me
visse agora”.
2ª parte: O poder do
relacionamento baseado em Chuck (Série da NBC)
Então vamos lá.
[Continua amanhã!]
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Desse modo, quem não seria fiel?
Satanás retrucou: Então o senhor
acha que Jô é assim por pura bondade de coração? Ora! Ninguém é tão bom assim!
O senhor o mima como se fosse uma criança, cuida de tudo para que nada de mal
aconteça a ele, à sua família ou à sua riqueza e ainda abençoa tudo o que ele
faz! Desse modo, quem não seria fiel?
Mas o que aconteceria se tirasse
tudo o que ele tem? Com certeza, ele amaldiçoaria o senhor abertamente. Sem
sombra de dúvida!
O Eterno respondeu: Muito bem.
Então veremos. Vá em frente: faça o que quiser com tudo que ele tem. Só não o
machuque.
[Jó 1:9-12. A Mensagem
– Bíblia em linguagem contemporânea. Ed. Vida].
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Um Bom Conselho
Quando John Stott era vivo, eu
não dava bola aos seus pensamentos. Na verdade, mal sabia quem era John Stott.
Ouvia falar dele e tinha uma pequena impressão, mas não conhecia realmente suas
obras. Stott faleceu em julho de 2011, e após sua morte, tomei a atitude de
conhecer um pouco mais sua vida e obra.
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Recentemente me deparei com um
conselho* do Sr. Stott que dizia:
Você pode começar lendo o Evangelho de Marcos ou de João. Dê
preferência para uma versão moderna. Leia do começo ao fim, de uma só vez, de
modo a causar impacto em sua vida. Depois leia novamente, mas devagar, um capítulo
por dia.
Quando terminei de ler esse
trecho, veio a minha mente a lembrança de um momento em minha vida quando eu
era um adolescente. Bem, quando era garoto, eu queria ler a Bíblia e saber mais
com meus próprios olhos a Palavra de Deus, na época eu tinha apenas um exemplar
do Novo Testamento, na versão Almeida (aqueles exemplares distribuído pelos
Gideões Internacionais em hospitais e motéis), Como de costume as versões de
Almeida são de um linguajar bem clássico e erudito, o que acabam não
despertando o interesse pela leitura. E naquela época alguém me disse que quem
ler muito fica doido, assim com tantos incentivos negativos acabei não lendo a
Bíblia na minha adolescência.
Com o passar do tempo, ao me
tornar jovem, adquiri alguma noção de versões da bíblia e tive acesso ao texto
da versão NTLH. Foi a minha primeira bíblia. Depois tive a oportunidade de ter
uma NVI e de quebra veio junto a NIV (pois aprendi a gostar do idioma Inglês) e
pra mim tanto a NTLH quanto a NVI foi uma mão na roda. Pude mergulhar no mundo
bíblico por intermédio da linguagem mais próxima da minha realidade.
Então vejo o conselho de John
Stott como um bem precioso, pois passei por essa experiência. A Bíblia é para
ser lida. Mesmo a Bíblia sendo um dos livros mais vendido, há muita gente, em
especial muitos crentes que não lêem a Bíblia, estão satisfeito apenas em ir ao
culto e receber a Palavra de Deus somente pela boca do pregador.
A Bíblia é um livro para ser
lido. É claro que há muitas coisas na Bíblia difícil de entender, mas Eugene H.
Peterson, nos dá um conselho também:
Para entender a Bíblia, você deve
conhecer suas personagens, entender seu contexto e seguir o enredo. Deixe se levar
pela narrativa, como se faz com um bom romance.
Como Max Lucado certamente diria:
As personagens bíblicas são gentes como a gente.
*[In. Cristianismo Básico]
Querida Lucia
Comecei a escrever está historia
para você, sem lembrar-me de que a meninas crescem mais depressa do que os
livros. Resultado: agora você está muito grande para ler contos de fadas;
quando o livro estiver impresso e encadernado, mais crescida estará. Mas um dia
virá em que, muito mais velha, você voltará a ler histórias de fadas. Irá
buscar este livro em alguma prateleira distante e sacudir-lhe o pó. Ai me dará
sua opinião. É provável que, a essa altura, eu já esteja surdo demais para
poder ouvi-la, ou velho demais para compreender o que você disser. Mas ainda
serei o seu padrinho, muito amigo.
C.S.Lewis
[Dedicatória de Lewis a sua afilhada Lucy Barfield. In.
O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa]
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sábado, 18 de fevereiro de 2012
Perelandra
A editora Martins Fontes está de
parabéns em disponibilizar ao público brasileiro está fantástica obra ficcional
do renomado autor C.S.Lewis. Fico impressionado pela habilidade criativa de Lewis,
e a forma como ele criar seus textos em tornos de elementos teológicos e filosóficos.
Perelandra é o segundo livro da Trilogia Espacial. Essa saga foi escrita no
auge da segunda guerra mundial.
Em Perelandra, vejo o relatos de
Gênesis 3 numa abordagem fabulosa. Na verdade, Perelandra é um paralelo
criativo de Gênesis 3, é uma historia de pré-queda, de um mundo sem pecado.
Na saga lewisiana, somos
convidados a enxergar a realidade com outros olhos. O livro começa com o auto-personagem
chamado de C.S.Lewis que vai ajudar o Dr. Ransom, o nosso herói na trilogia
espacial. Ransom é enviado a Perelandra (Vênus) numa missão – impedir que o mal
se instale nesse mundo assim como aconteceu no Éden com Adão e Eva.
Em Perelandra, Ransom encontra um
mundo lindo. Sabe gostei muito da descrição de Vênus. Tanto de sua fauna quanto
de sua flora. É impossível ler Perelandra sem se imaginar andando nas ilhas
flutuantes e encontrando animais exóticos.
De tempo em tempo, o narrador nos
leva a reflexão de que se algo é mito para nós terráqueos talvez seja real para
outros num outro mundo. Em algum momento, Ransom se sente encarnando um mito,
mas percebe que sua ida a Vênus tem o propósito de impedir que A Dama de Verde
(equivalente a Eva no relato bíblico) não se submeta as intenções do tentador e
desobedeça ao que Maleldil
(Deus) disse. Segundo Gênesis, Deus disse pra não comerem do fruto da árvore do
bem e do mal, já em Perelandra, Maleldil disse para não dormirem na Terra Fixa,
mas pra viverem nas Ilhas Flutuantes.
Tanto em Gênesis quanto em Perelandra, o tentador
indaga a Mulher sobre as ordens de Deus. Que aparentemente são ordens sem lógicas
e que Deus está de certo modo impedindo que suas criatura de crescerem ou que
Deus deseja que eles desobedeçam para que possam ser independentes. A questão
do livre arbítrio é um dos aspectos apresentado na obra.
Ao ler Perelandra, somos levados
a indagar o porquê que Adão (no caso do relato de Gênesis) não estava com Eva
quando ela foi tentada. Quanto tempo durou a tentação de Eva? No caso da Dama
de Verde foi muito mais que um dia. O tentador vinha e aos poucos colocava seus
argumentos diante da primeira Mulher de Perelandra. Muito típico do Tentador
que conhecemos no nosso mundo, ele não vem de uma vez, vem aos poucos nos
enredando até estarmos totalmente envolvido. E se Eva tivesse resistido à
tentação? Como seria? Já em Perelandra, A Dama de Verde se mantêm firme nos propósitos
de Maleldil e com a ajuda de Ransom, Perelandra vivencia algo que os humanos não
souberam apreciar.
Curiosidades: Ransom é o
equivalente a palavra resgate em Inglês e o narrador faz esse jogo de palavra
na história. Maleldil é a junção de Male + Eldil, sendo que Eldil é usado na
obra pra designar anjos (seres espirituais) e Male é provável que Lewis foi
buscar no Hebraico, pois é um radical pra Reino ou Rei, assim, Maleldil é o Rei
dos Anjos (Senhor das Hostes).
Perelandra é uma obra fantástica.
Excelente opção pra quem gosta de ficção e pra quem gosta de refletir sobre
teologia e filosofia. A semelhança entre a Dama de Verde e a Afrodite não é
mera coincidência.
Agora irei aguardar o lançamento
do terceiro livro da Trilogia Espacial que está previsto para o segundo
semestre de 2012.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Hostis á igreja
Segundo Stott, um grande numero de pessoas na atualidade, em
especial os jovens são hostis á igreja e
cordiais para com Cristo. São pessoas que se opõem a qualquer coisa que tenha
um aspecto institucional.
Ainda no prefácio do “Cristianismo Básico”, Stott diz que um
grande numero de pessoas cresceram em lares cristãos e que aprenderam as
verdades sobre Cristo e o cristianismo, mas quando se tornam pessoas com senso
crítico, abandonam sua religião e nem fazem esforços para verificar a
veracidade do que aprenderam quando criança.
E por outro lado, há os que cresceram num ambiente com os
ensinos do hinduísmo, budismo ou islamismo, ou na ética do humanismo secular, do
comunismo, ou do existencialismo que ao se depararem com o Cristo não escondem
o fascínio pela pessoa de Jesus.
[STOTT, John. Cristianismo
Básico. Ed. Ultimato, 2007]
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O Mito
Será que todas as coisas que na Terra não passava de
mitologia eram realidade em outros mundos? (pág. 52)
Ele* se lembrou da antiga suspeita de que o que era mito em
mundo pudesse ser fato em outro. (pág. 132)
*Ransom, personagem principal da trilogia espacial de C.S.Lewis
[Lewis, C.S., Perelandra. Ed. Martins Fontes, 2011]
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Uma Obra Invisível
Por certo o batismo é o sinal ou sacramento do novo nascimento, mas não devemos confundir o sinal externo com a coisa interna que ele representa.
O batismo é uma dramatização pública visível do novo nascimento, que é uma obra invisível e secreta de Deus, por meio da qual Ele nos dá uma nova vida, um novo começo.
O batismo é uma dramatização pública visível do novo nascimento, que é uma obra invisível e secreta de Deus, por meio da qual Ele nos dá uma nova vida, um novo começo.
[STOTT, John. A Bíblia Toda, O Ano Todo. Ed. Ultimato, 2007. pág. 173]
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Parafraseando C.S.Lewis
Parafraseando C.S.Lewis:
Muitas vezes o que nós rotulamos como “sagrado” acaba se tornando um ídolo e oculta tanto Deus quanto o meu próximo.
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Muitas vezes o que nós rotulamos como “sagrado” acaba se tornando um ídolo e oculta tanto Deus quanto o meu próximo.
Dando Graças a Deus Sempre
Quando ouvir pela primeira vez as canções da banda Casting Crowns, me apaixonei por suas canções simples e profundas. Muito diferente das canções de muitas bandas brasileiras com seus “mantras gospel”.
Quando leio o livro de Jô, vejo Jô louvando a Deus em sua aflição. Muitas vezes é ensinado nas igrejas a buscar a prosperidade e nos momentos de tempestades devemos nos indignar com a situação e determinar que Deus faça algo, pois os crentes modernos podem controlar o sobrenatural e blá, blá, blá. Tudo conversa fiada de uma teologia falsa.
Volto para o exemplo de Jô, ao saber da enorme tempestade que chegará a sua vida, ele prostrou-se, rosto em terra, em adoração. (Jô 1: 20 b NVI). Ele em tudo escolheu louvar a Deus naquela tempestade. E isso me faz lembrar do que Paulo disse: Dêem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus. (1 Tessalonicenses 5: 18 NVI).
A pregação do TER ganhou muito espaço nos púlpitos. Quase nunca se prega sobre a Graça de Deus. Há uma grande parcela dos crentes que mais parecem os filhos da sanguessuga, eles clamam: Me dá, Me dá... Eu quero... Eu quero."
domingo, 12 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
O Lúdico do Pedalar
Bem, entre as coisas que faço por prazer, pedalar é uma delas. Gosto muito de pedalar e de ouvir música. É claro, com consciência, pois mesmo os ciclistas não devem ficar ouvindo música e circular pela cidade sem presta atenção no trânsito. Gosto também de pedalar na chuva, seria o mesmo que banhar na chuva enquanto pedalo, eu sei, concordo com você que isso seja coisa de menino. Pra maioria é inadmissível que um adulto sinta prazer em banhar na chuva. Mas não deixei de gostar de coisas de menino, como aprendi a gostar das coisas de adulto. Pra mim seria incrível poder pedalar, ouvir musica e banhar na chuva, tudo ao mesmo tempo, mas quando chove e quando estou pedalando tenho que guardar o celular pra não molhar.
Segundo os especialistas, Pedalar é um exercício aeróbico excelente. Dispensa academias, a rigidez de horários, queima várias calorias por minuto e tem uma grande vantagem sobre a corrida e a caminhada – não existe nenhum tipo de impacto entre seu corpo e o solo, eliminando a maioria dos riscos de lesões.
Pra mim, pedalar é lúdico. É algo muito prazeroso. Ainda mais quando ouço Skillet, Third Day, PG, Newsboys, entre outros que acabam me fazendo companhia durante as pedaladas.
Em média gasto 30 minutos de pedaladas de casa á Universidade, depois mais 20 minutos da Universidade ao trabalho e depois mais 30 minutos de bicicleta do trabalho até em casa. Precisa gostar pra fazer esse percurso regularmente.
Como diria os especialistas, pedalar faz bem para o corpo.
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Segundo os especialistas, Pedalar é um exercício aeróbico excelente. Dispensa academias, a rigidez de horários, queima várias calorias por minuto e tem uma grande vantagem sobre a corrida e a caminhada – não existe nenhum tipo de impacto entre seu corpo e o solo, eliminando a maioria dos riscos de lesões.
Pra mim, pedalar é lúdico. É algo muito prazeroso. Ainda mais quando ouço Skillet, Third Day, PG, Newsboys, entre outros que acabam me fazendo companhia durante as pedaladas.
Em média gasto 30 minutos de pedaladas de casa á Universidade, depois mais 20 minutos da Universidade ao trabalho e depois mais 30 minutos de bicicleta do trabalho até em casa. Precisa gostar pra fazer esse percurso regularmente.
Como diria os especialistas, pedalar faz bem para o corpo.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
O Evangelho de Deus
O evangelho de Deus from IBAB on Vimeo.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
As Crônicas de Aedyn - Resultado da Promoção
A promoção "As Crônicas de Aedyn" chega ao fim. Quem será que irá receber gratis em sua casa um exemplar deste fantastico livro?
A escolhida pra se aventurar em Aedyn, ou melhor, a ganhadora da promoção é : @lianebarreiro
Parabéns Eliane! Entraremos em contato por e-mail pra enviarmos o seu livro (Como você mora perto da minha casa, enttão seu prêmio não irá demorar pra ser entregue).
E muito obrigado por participar da nossa promoção =]
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domingo, 5 de fevereiro de 2012
Sozinha
– Você vive aqui sozinha? – perguntou Ramson.
– O que é sozinha? [...]
– Olhe só. Você deve ter tido uma mãe. Ela está viva? Onde está agora? Quando você a viu pela última vez?
– Eu tenho uma mãe? – disse a Dama verde, olhando para ele com um assombro sereno nos olhos. O que você está dizendo? Eu sou a Mãe.
– O que é sozinha? [...]
– Olhe só. Você deve ter tido uma mãe. Ela está viva? Onde está agora? Quando você a viu pela última vez?
– Eu tenho uma mãe? – disse a Dama verde, olhando para ele com um assombro sereno nos olhos. O que você está dizendo? Eu sou a Mãe.
[LEWIS, C.S., Perelandra. Ed. Martins Fontes – SP. 2011. pág. 81]
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sábado, 4 de fevereiro de 2012
O Poder das Parábolas
A parábola é uma narrativa alegórica, que contem uma lição moral ou religiosa.
Segundo Stott, Jesus foi um mestre muito talentoso que se utilizava da parábola como meio de instruir as pessoas. É evidente nos evangelhos que este recurso lingüístico era o preferido por Cristo. Basicamente, parábola significa uma comparação ou uma analogia, e na maioria das vezes vem em forma de uma narrativa dramática.
Segundo Stott, Jesus foi um mestre muito talentoso que se utilizava da parábola como meio de instruir as pessoas. É evidente nos evangelhos que este recurso lingüístico era o preferido por Cristo. Basicamente, parábola significa uma comparação ou uma analogia, e na maioria das vezes vem em forma de uma narrativa dramática.
Algumas funções das parábolas de Jesus:
1) Ilustrar alguma verdade, acerca do caráter, dos valores e da vinda do Reino de Deus.
2) A intenção de suas parábolas era levar os ouvindo a algum tipo de decisão.
3) Elas ocultavam a verdade e a revelavam ao mesmo tempo, assim, parábolas trata-se de um "revelar por ocultação".
[STOTT, John. A Bíblia Toda, O Ano Todo. Ed. Ultimato. 2007. pág. 183]
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Não me Envergonho do Evangelho
Domingo, 5 de Fevereiro, na @ibab: "Não me Envergonho do Evangelho", a nova série de mensagens do pastor @edrenekivitz.
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Como um sonho
Quando o Senhor trouxe os cativos de volta a Sião foi como um sonho. [Salmos 126:1 NVI – negrito meu]
Os cativos estavam fora de seu mundo (Sião), e quando se depararam com a realidade, ou seja, com o retorno a Sião, eles viram a realidade como se ela fosse um sonho... Algo incrível. E assim o salmista canta sua poesia: “Foi como um sonho... Grandes coisas o Senhor fez por nós... Cantaremos de alegria... Foi como um sonho”.
No segundo livro da trilogia espacial, notamos uma experiência semelhante vivida por Ransom (herói da saga criada por Lewis):
“Quando Ransom acordou, aconteceu-lhe alguma coisa que talvez só aconteça quando alguém está fora do seu mundo: ele viu a realidade e achou que era um sonho”.
Vejo que tanto no texto bíblico quanto na narrativa de Perelandra, a expressão “como um sonho” e “Achou que era um sonho”, possui o mesmo peso com relação ao significado, entendo ambas como um estado de admiração, de fascínio. Tanto os cativos quando Ransom foram surpreendidos pelo Fabuloso... Foram visitados pelo Incrível. Viram-se face a face com o Fantástico.
Sei que a vida não é feita de contos de fadas. Há tantas dificuldades na vida humana. Corremos tanto nessa vida que não temos tempo pra mais nada. Sonhar virou artigo de luxo. Mas quando tomamos consciência do cativeiro em que nos metemos e que o Senhor é Soberano, corremos enormes riscos de nos depararmos com Ele, na verdade é impossível fugir da presença dEle... A natureza toda revela a Glória dEle. A vida em si tem o perfume da fragrância do Senhor.
Mas por que então não o encontramos com mais freqüência?
Bem, acho que é por que não estamos sabendo aproveitar melhor as pequenas coisas diárias, tipo: O sorriso de uma criança, a companhia de um amigo, e não estamos sabendo ser amigos em nossa relação conjugal, não estamos aproveitando o sussurro do vento em nosso rosto, não estamos apreciando a vida em plenitude.
Está preparado para ser surpreendido pelo Fabuloso, e ver a realidade como um sonho? Então acorde e veja Deus no seu dia a dia.
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Os cativos estavam fora de seu mundo (Sião), e quando se depararam com a realidade, ou seja, com o retorno a Sião, eles viram a realidade como se ela fosse um sonho... Algo incrível. E assim o salmista canta sua poesia: “Foi como um sonho... Grandes coisas o Senhor fez por nós... Cantaremos de alegria... Foi como um sonho”.
No segundo livro da trilogia espacial, notamos uma experiência semelhante vivida por Ransom (herói da saga criada por Lewis):
“Quando Ransom acordou, aconteceu-lhe alguma coisa que talvez só aconteça quando alguém está fora do seu mundo: ele viu a realidade e achou que era um sonho”.
[In: Perelandra. LEWIS, C.S. Ed. Martins Fontes. 2011. Pág. 52- grifo meu]
Vejo que tanto no texto bíblico quanto na narrativa de Perelandra, a expressão “como um sonho” e “Achou que era um sonho”, possui o mesmo peso com relação ao significado, entendo ambas como um estado de admiração, de fascínio. Tanto os cativos quando Ransom foram surpreendidos pelo Fabuloso... Foram visitados pelo Incrível. Viram-se face a face com o Fantástico.
Sei que a vida não é feita de contos de fadas. Há tantas dificuldades na vida humana. Corremos tanto nessa vida que não temos tempo pra mais nada. Sonhar virou artigo de luxo. Mas quando tomamos consciência do cativeiro em que nos metemos e que o Senhor é Soberano, corremos enormes riscos de nos depararmos com Ele, na verdade é impossível fugir da presença dEle... A natureza toda revela a Glória dEle. A vida em si tem o perfume da fragrância do Senhor.
Mas por que então não o encontramos com mais freqüência?
Bem, acho que é por que não estamos sabendo aproveitar melhor as pequenas coisas diárias, tipo: O sorriso de uma criança, a companhia de um amigo, e não estamos sabendo ser amigos em nossa relação conjugal, não estamos aproveitando o sussurro do vento em nosso rosto, não estamos apreciando a vida em plenitude.
Está preparado para ser surpreendido pelo Fabuloso, e ver a realidade como um sonho? Então acorde e veja Deus no seu dia a dia.
Grande abraço
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Gente Bonita e Inteligente
Gente bonita e inteligente from IBAB on Vimeo.
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